Instrutor de Aikidô do Kohirajyuku Kanie Dojos – Aichi Ken Aikido Renmei (Brasil)
8 May
A prática comum ou regular de “budo” não obriga seus praticantes a falar fluentemente o idioma de origem. O estudo e o aprendizado do idioma facilita e ajuda na compreenção do povo e de seus costumes, claro… Alguns “senseis” acabam, com o tempo, aplicando vocabulário específico inerente ao “keiko” desse ou daquele “budo”.
Essa prática no “dojo” na maioria das vezes “confunde” os “kohai” e os “sempai” durante o “keiko”. “Sempai” , “kohai” ou o seu “sensei” não são obrigados a falar Japonês para estudar ou ensinar “budo”. Mas, o conhecimento de algumas palavras facilitará sua vida e irá trazer alguma confiança adicional.
Em nosso “dojo”, por exemplo, utilizamos alguns termos simples ou rudimentos de Língua Japonesa durante “keikos”, tipo: - “suburi”, “ukemi” e “ashi sabaki”.
Sendo assim, lá vai uma informação importante para trabalharmos em “awase”. Os sites dos institutos, associações e de federações brasileiras contém glossários de excelente qualidade.
Desculpe-me caro leitor… Não resistí a compulsão de adicionar vocabulário específico neste texto com a intenção de despertar sua curiosidade. Boa pesquisa.
Números
ICHI - Um
NI - Dois
SAN – Três
SHI - Quatro
GO - Cinco
ROKU - Seis
SHICHI - Sete
HACHI - Oito
KU - Nove
JU - Dez
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
VILLADORATA, Massimo N. Di. Aikidô: sobretudo um estado de espírito, uma arte marcial, uma técnica. Fotos de Patrice Grisard. Tradução de Micheline Christophe. Revisão Técnica de Rudolf Hermanny. Rio de Janeiro: Editora Record, [1973].