A prática comum ou regular  de  “budo”  não obriga seus praticantes a falar fluentemente o idioma de origem.  O estudo e o aprendizado do idioma facilita e ajuda na compreenção do povo e de seus costumes, claro…  Alguns “senseis” acabam, com o tempo, aplicando vocabulário específico inerente ao “keiko” desse ou daquele “budo”.

Essa prática no  “dojo” na maioria das vezes “confunde” os  “kohai” e os “sempai” durante o “keiko”.  “Sempai” , “kohai” ou o seu “sensei” não são obrigados a falar Japonês para estudar ou ensinar “budo”.  Mas, o conhecimento de algumas palavras facilitará sua vida e irá trazer alguma confiança adicional.

Em nosso “dojo”, por exemplo, utilizamos alguns termos simples ou rudimentos de Língua Japonesa durante “keikos”, tipo: -  “suburi”, “ukemi”  e “ashi sabaki”.

Sendo assim, lá vai uma informação importante para trabalharmos em “awase”. Os sites dos institutos, associações e de federações brasileiras contém glossários de excelente qualidade.

Desculpe-me caro leitor… Não resistí a compulsão de adicionar vocabulário específico neste texto com a intenção de despertar sua curiosidade. Boa pesquisa.

Números
ICHI -    Um
NI -    Dois
SAN –     Três
SHI -    Quatro
GO -    Cinco
ROKU -    Seis
SHICHI -    Sete
HACHI -    Oito
KU -    Nove
JU -    Dez

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
VILLADORATA, Massimo N. Di. Aikidô: sobretudo um estado de espírito, uma arte marcial, uma técnica. Fotos de Patrice Grisard. Tradução de Micheline Christophe. Revisão Técnica de Rudolf Hermanny. Rio de Janeiro: Editora Record, [1973].

INTERNET
http://www.joaoleitao.com/viagens/2008/04/15/aprender-japones-licao-2-numeros-dizer-as-horas-meses-do-ano/